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Pagamento na maquininha (TEF)

Quando a empresa tem maquininha integrada, o NetFiscal cobra o cartão diretamente no aparelho e traz o comprovante para dentro da NFC-e — sem digitar NSU, sem risco de trocar o número.

Quando o fluxo é acionado

Os três precisam ser verdadeiros:

  1. a Chave SuperTEF está preenchida em Configuração;
  2. a presença do comprador é Operação Presencial;
  3. há ao menos um pagamento em cartão de crédito, débito ou PIX.

Fora disso a operação é considerada não integrada: o NSU, se houver, é digitado à mão no fechamento.

Como funciona na prática

  1. Você lança os pagamentos normalmente e clica em Finalizar e emitir.
  2. A venda é gravada primeiro.
  3. Abre a tela da maquininha: cada pagamento em cartão vira uma cobrança na fila, e você acompanha aprovação por aprovação no aparelho.
  4. Aprovado tudo, a NFC-e é transmitida — já com NSU, bandeira e o CNPJ da credenciadora no XML.
  5. O DANFCe abre para impressão.

A ordem importa: o cartão precisa ter passado antes da transmissão, senão a nota sai sem o grupo de pagamento integrado.

Se algo der errado no meio

O sistema trata os dois casos de forma diferente, e nunca cobra duas vezes:

Situação O que o sistema faz
Você saiu da maquininha sem nenhuma aprovação desfaz a venda (o estoque volta) e te devolve ao pagamento, com o carrinho intacto, para trocar a forma ou tentar de novo.
Já houve aprovação de algum cartão a venda é preservada como pendente — o dinheiro do cliente já saiu e está amarrado a ela. A tela avisa o número do documento; transmita depois pela consulta de notas.

Cuidado

Nunca clique em Finalizar de novo depois de sair da maquininha com pagamento aprovado: isso criaria uma venda gêmea. Use a consulta de notas para transmitir a venda que já existe.

Cadastro dos aparelhos

Cada maquininha precisa estar em Cadastros › POS, com o ID fornecido pela operadora.